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Papinha do Bem para Ti


Olá pessoas 😊
Hoje trazemos o testemunho da Delicia de Abacate, pela primeira vez vamos partilhar um testemunho sem que a sua autora dê a cara ❤ Neste momento muitos podem estar a questionar . . . “mas . . .  será que faz sentido” partilharem um testemunho sem que haja uma cara para associarmos as palavras ?
- Sim no mundo do Instagram onde eu estou incluída faz todo o sentido 😊
Os mais atentos devem recordar que no passado partilhei um artigo cujo falava do poder de uma imagem. 😉 O compromisso que cria nas pessoas que iniciam a reeducação alimentar.
Eu própria criei o #Papinha sem dar a cara. Após consolidar as minhas rotinas, sentir segura de que estava preparada para partilhar os meus hábitos, é que decidi “dar o corpo ao manifesto” .
Ora aqui está um excelente exemplo do que sugiro às participantes dos workshops que dinamizo.
Criar um instagram para ajudar a criar compromisso na reeducação alimentar.
Sem mais demoras vamos ler as palavras que a Delicia de Abacate gentilmente nos partilhou para vos ajudar na vossa reeducação alimentar. Inspirem-se e quem sabe se o próximo testemunho é o vosso ❤


"Sempre me conheci como uma rapariga gordinha, que ocupava muito espaço, que vestia o maior tamanho das lojas que frequentava e que estava “habituada” a ser chamada de nomes que não eram agradáveis de ouvir. Escusado será dizer que toda a minha infância/adolescência foi traumatizante por causa disso mesmo. O meu peso condicionava tudo ao meu redor e condicionava a maneira como eu via o mundo e como me expressava.  É verdade que chorei muitas vezes, tanto pelos nomes que ouvia ou por não gostar de mim e não me sentir bem comigo própria. Mas, na altura, não tinha cuidado nenhum com a alimentação, apesar de o médico me alertar sobre determinados aspetos que eu deveria mudar. Eu acabava por mudar, mas na semana seguinte voltava ao “meu” habitual.  Na altura eu achava que não tinha nenhum poder para mudar, que não era eu que podia mudar mas sim aspetos externos. A verdade é que cheguei aos 14 anos com 76kg e era Obesa de Grau I (tinha 1,59m na altura). Foi aí que a “ficha” me caiu realmente e eu fiz por mudar algumas coisas. Nesse verão comi mais saladas, mais peixe, mais sopa, e fiz mais caminhadas. Até que isso deu resultado e emagreci. Pouco mas emagreci. E essa segurança foi o suficiente para me desleixar outra vez e voltar aos 76kg. Nos anos seguintes, acabei sempre por diminuir e aumentar de peso, entrando neste ciclo vicioso.


Até que em 2015, com 18 anos, algum bichinho me mordeu e eu disse “Basta”. Tive uma conversa muito séria comigo mesma e decidi começar a ser mais saudável. Decidi que quem tinha que mudar era eu e que ninguém o ia fazer por mim. No verão, sozinha e com base em algumas caminhadas e, principalmente, muita alteração na comida, emagreci 3 kg, chegando aos 73kg (segunda foto de 2015). Confesso que não foi fácil habituar-me a certos alimentos e incluí-los na minha “nova” alimentação pois eram coisas que nunca na vida pensei que ia comer todos os dias. A verdade é que, por muito que certas coisas não me soubessem bem, eu comia porque tinha tomado uma decisão e tinha um objetivo que queria a todo o custo cumprir.  A partir daí, ninguém me parou! Ganhei muita mais força mental (que me faltava), ganhei coragem, inscrevi-me em setembro de 2015 num ginásio, e assumi esta decisão a 100%!
Ao entrar no ginásio descobri que fazer exercício não era assim tão mau como eu pensava, e que as recompensas que ele trazia eram muito melhores! Aprendi a amar ser ativa e a ficar chateada comigo mesma quando falhava o treino. Treinava cerca de 3 ou mais vezes por semana, dependia do trabalho que tinha na faculdade. Sempre gostei de fazer aulas de grupo (como body attack, body combat, spinning, total condicionamento, power funcional…) mas tinha sempre o meu plano individual para quando não quisesse ir a essas aulas. Acabei por perder mais 11kg e chegar aos 62kg, em cerca de 6 meses (não sei precisar ao certo!).

Sinto-me muito melhor comigo mesma, muito mais confortável e confiante. Não só modifiquei a minha atividade física (até comecei a participar em corridas/caminhadas, coisa que era impensável há uns tempos!), mas principalmente juntei a minha alimentação a este objetivo. E ainda hoje ando sempre à procura de novas receitas para fazer, novos produtos/alimentos para experimentar.
É verdade que tenho mantido o meu peso, mas o importante é que realmente estou a criar uma consistência comigo própria e saber que não estou a entrar num ciclo vicioso que outrora conheci. Quero emagrecer mais um bocadinho, esse é o objetivo que tenho em mente e, com as novidades que terei para contar daqui a uns tempos (que me vão dar uma motivação acrescida) tenho a certeza que vou fazer de tudo por o alcançar.
O mais importante disto tudo, e talvez um grande fator que determinou o meu sucesso, foi a minha mãe entrar nesta decisão comigo e ela mesma optar por coisas mais saudáveis nas idas ao supermercado, por exemplo. Foi então que no verão de 2016 surgiu o Instagram de nome “Delícia de Abacate” (podem-nos seguir em @deliciadeabacate). Foi uma decisão nossa, para partilharmos as nossas receitas/invenções, o nosso dia-a-dia e, principalmente, uma maneira de motivação, não só para mim, mas também para ela (pois existem alguns aspetos que ela deve controlar a nível alimentar e que não o fazia).
Eu estudo numa faculdade de saúde, estou quase a terminar a minha licenciatura e, por vezes, o tempo é escasso para fazer marmitas e pensar em “ser saudável”. Mas, é bom ter o apoio da Mãe e saber que, se eu não tiver tempo para fazer determinada marmita diferente daquilo que se come cá por casa (os homens são muito esquisitos!), ela tem todo o gosto em fazer-ma e até faz para ela também, optando por uma comida mais saudável invés daquela que encontra nos cafés, perto do trabalho dela.

Assim, com este compromisso (apesar de ser numa rede social) temos sempre a preocupação de fazer coisas deliciosas, mas saudáveis. E com o passar do tempo, já nos preocupamos com outras coisas que, no início, não ligávamos tanto. É claro que temos um longo caminho pela frente, neste mundo “fit”. Muitas mais coisas a descobrir e muitas mais receitas a fazer. Mas acho que estamos num bom caminho. E é sempre bom saber que inspiramos pessoas desse lado. E isso enche-nos o coração de uma maneira!....
Só nos resta agradecer e dizer, a todos os que pensam que estas coisas de emagrecer só acontecem aos outros: não desistam dos vossos sonhos e objetivos. Assumam o que realmente querem e não falhem para com vocês. Trabalhem no vosso corpo para terem mais saúde, para serem melhores! É possível mudar, acreditem. Leva o seu tempo, cada corpo é diferente, mas acontece. Não se deixem ser a “mais gordinha do grupo” só porque têm preguiça de fazer alguma coisa por vocês ou só porque é mais fácil arranjar uma desculpa. O tempo é agora. Sintam-se bem com vocês mesmas, sintam-se bem com o mundo! E tudo o resto vai acompanhar!"
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Olá pessoas ❤  No sábado realizamos uma vez mais um workshop de Reeducação Alimentar ! Falamos sobre o facto de estarmos sempre a tempo de mudar de hábitos!  Sempre que se inicia um novo dia, temos sempre uma nova oportunidade para  que se faça dele um dia para mais tarde recordar 💪.
Ontem foi um desses dias 👌 Obrigada a todas as presentes 💜!  A vida é isso mesmo um presente porque todas as pessoas que passam por nós " não nos deixam sós deixam um pouco de si levam um pouco de nós " espero que a minha experiência possa de alguma forma ser útil para todos e desafio a todos que ainda não puderam comparecer que se puderem venham conhecer o mundo da papinha, quero que saibam que não estão sós que vos compreendo perfeitamente e que tudo que já experienciei até a data pode ser útil para a vossa caminhada! Apareçam!
Obrigada e um até breve ❤















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Olá pessoas 😊 saudades de testemunhos ? Saudades de ler um bom testemunho? Testemunhos que nos fazem ficar colados à cadeira, aqueles que nos dão sensação de murros no estomago? 

Patrícia uma mulher como tantas outras . . .  passou pela anorexia, conviveu partilhou dias semanas, meses, anos com esse demônio . . . um dia decidiu expulsa-lo da vida dela para sempre e hoje conta-nos como foi o caminho que percorreu . . . 

Estão prontos? Prontos ou não aqui vai . . .



"Patrícia Soares, 36 anos
@girl.on.a.healthy.journey

Sofri de anorexia e já tive vergonha por isso... Já não tenho, mas também não me orgulho minimamente. Simplesmente fiz as pazes com o passado e passei a aceitar-me com todos os meus defeitos e com todas as minhas falhas. A autocomiseração não nos leva a lado nenhum. Por estar doente estive muito triste e por estar muito triste continuei doente... [a anorexia não nos leva só os kilos, leva-nos também os sorrisos e a força de viver. O peso que sai de nós passa a pesar mil toneladas em cima dos ombros...] Felizmente o - meu - amor - por mim - prevaleceu! 
A Catarina pediu-me que partilhasse o meu testemunho para a Papinha do Bem e eu aceitei prontamente. 




Sou uma sobrevivente de um distúrbio alimentar muito comum nos dias de hoje (infelizmente) e acredito que é importante partilhar a minha história, especialmente com quem está a passar por um distúrbio alimentar ou em processo de recuperação. É possível vencer esse bicho feio e mau. Eu sei que é possível. 
Um dia olhei para as minhas pernas e pensei "que coxas gordas, que horror, como é possível? tenho que mudar isto!". 
Estávamos em 1994, eu tinha 14 anos, pesava 54 kg e naquele dia decidi que precisava emagrecer. 





No início foi simples. Substituí o pão por iogurtes e maçãs. Comia menos arroz, massa, batatas. Os doces foram banidos. Mas, à medida que o peso foi descendo, os meus pais foram ficando mais atentos à minha dieta. Diziam-me para comer mais, eu dizia que não e havia discussão. Começaram a obrigar-me a comer coisas que eu não queria e eu chorava porque achava que ia ficar gorda. Então criei um plano - só comer se tivesse mesmo de ser. Ter fome não me incomodava, eu conseguia estar muito tempo sem comer. Se ninguém visse não comia. Até que comer o muito pouco que comia se tornou um pesadelo. E vivi meses infernais com muitas horas sem comer, compulsões, vómitos induzidos, lágrimas, vergonha, arrependimento. 




Com 42 kg nunca me achei magra demais. E estava, é claro que estava! Aos 16 anos a minha mãe disse "minha filha eu vou ajudar-te". Não houve terapia. Tomei alguns ansiolíticos e voltei a ser uma rapariga normal. O peso subiu, mas o bichinho da anorexia nunca se foi embora. Passei vários anos em desequilíbrio. Houve tempos em que só bebia leite. Houve tempos em que comia de tudo. Houve tempos em que praticamente não comia ou se comia era logo um episódio de compulsão. Escrevi mil 'cartas' a mim mesma, com promessas de cura. Rasgava-as sempre que falhava e escrevia outra - aquela seria a última. Até que foi. Estou recuperada há cerca de 10 anos. 





Ainda me peso todos os dias, mas agora estou feliz no meu corpo. Continuo a ter medo de engordar e sempre que ganho 1 kg que seja corrijo exageros ou ajusto o exercício, mas agora não me permito a soluções extremas - como jejuar - porque morro de medo de voltar a cair nas garras desse monstro.

PORQUÊ

A autoestima não é uma coisa que tenha surgido naturalmente em mim. Nem sempre tive uma avaliação positiva de mim própria. Dizem que a autoestima se forma na infância. Eu costumo achar que tive uma infância muito feliz, mas se calhar não foi assim tão perfeita. Em casa nunca me faltou amor, carinho, comida na mesa ou roupa para vestir. Fui uma criança perfeitamente normal. Sempre fui boa aluna, mas nunca fui a melhor. Era um pouco mais gordinha que as outras crianças da minha idade, mas nunca fui obesa. O presidente da república na altura era o Mário Soares e porque não havia mais crianças com o último nome Soares lá na escola eu era a Marocas, a Bochechas, a Bucha-Estica… na altura não existia bullying, ou melhor, existia, mas não se falava nele e também não se fazia nada para o parar. Então eu fui essas coisas feias todas até os meus ‘amigos’ (e eu) crescerem. Podia dizer que isso não me afetou, mas estaria a mentir, é claro. Passei uma grande parte da minha vida aprisionada num distúrbio alimentar. Um dia achei-me gorda e nunca mais me achei magra demais. Estou curada há cerca de 10 anos e foi também há cerca de 10 anos que comecei a trabalhar no maior projeto da minha vida: EU. Aos 18 anos não fui para a Universidade. Mas fui aos 28. Um ano antes voltei à escola, fiz todos os exames e entrei. Foi um dia muito feliz. 3 anos depois tinha o canudo na mãos para mostrar – a mim mesma - que eu era capaz. Aos 33 anos, com 46 kg, deixei de fumar e comecei a minha jornada saudável. Hoje sou uma rapariga feliz. Fiz muitas escolhas infelizes no passado. Estive doente. Mas já não tenho vergonha e nem culpo ninguém. Tenho orgulho por me ter levantado. Sou uma lutadora, não uma vítima. Já não desejo mais aquela magreza doentia. Já não me sinto inferior a ninguém. Gosto de mim. Gosto daquilo que faço para continuar a gostar de mim. E agora só tenho que retribuir esse amor ao universo (que são todos vocês). Agradecendo todos os dias este milagre e esta bênção que é viver!




A MINHA JORNADA SAUDÁVEL
2014 foi o ano em que a minha vida começou a mudar - comecei a tornar-me mais saudável. 7 anos depois de estar curada da anorexia deixei de fumar e essa talvez tenha sido a mudança mais importante. Não foi fácil. Foi complicado, mas foi uma das melhores coisas que já fiz por mim. Depois disso mudou tudo. Passei a tomar um pequeno-almoço decente (em vez de um simples copo de leite) e passei lanchar (coisa que antes não fazia porque só pensava no café e no cigarro - dizem que quem tem vício não tem fome). Fazia 3 refeições por dia e pesava 46,5kg - para a minha altura -160 cm - e a minha idade na altura - 33 - era pouco. Ganhei uns quilos, não porque comesse demais, mas simplesmente porque passei a comer e isso assustou-me (porque o bichinho da anorexia nunca nos abandona). No verão de 2014 pesava 52,5 kg. Foi nessa altura que decidi (em conjunto com o marido) fazer alguns ajustes na alimentação: cortar hidratos, reduzir gorduras... O que normalmente se faz para perder peso. Passou a haver muito mais legumes e fruta e muito menos massas e farinhas (pizza e hambúrgueres incluídos). Mas não emagreci nada que se visse. Suponho que isso seja porque já estava no meu peso ideal. Determinada a viver uma vida melhor e a ser saudável, forte e fit no verão de 2015 inscrevi-me (juntamente com o marido mais uma vez) no ginásio. Acordo às 6:00 da manhã de segunda a sexta para treinar antes de ir trabalhar, porque saio tarde e no fim do dia não ia conseguir deixar o meu pequeno (que já tem quase 3 anos, mas eu ainda acho que é bebé) à minha espera. Agora peso 50 kg. Sinto-me em forma. Sinto-me bem comigo. No início custou muito fazer estas mudanças. Ai se não custou. Agora o que custa é viver sem tudo isto. Não me tirem as panquecas, os waffles, as papinhas de aveia, nem os frutos vermelhos, nem as sementinhas e muito menos o ginásio. E voltar a fumar? Não, não quero, obrigada.





O QUE APRENDI
[Eu sou mais magra que… Ou mais gorda que… Ou mais bonita que... Ou mais feia que... Ou mais ou menos… ]
Passamos a vida a compararmo-nos com alguém, mas o que precisamos mesmo é de viver ser sem mais e sem menos, porque nós somos únicos, versões limitadas e inimitáveis, e só quando paramos de nos comparar com os outros é que podemos ser verdadeiramente felizes na nossa pele. Temos de encontrar a nossa própria beleza, temos de aprender a amarmo-nos. Parece simples, mas nem sempre é. É frequente achar-se que gostaremos mais de nós próprios se formos mais magros, ou com mais curvas, ou com mais massa muscular, ou loiros, ou morenos, ou maquilhados... Mas isso é uma ilusão. Não vamos passar a gostar mais de nós por mudarmos o nosso aspeto exterior. Antes disso temos que aprender a gostar do nosso interior. O verdadeiro processo de mudança acontece quando aceitamos quem somos, com todos os nossos defeitos e qualidades e começamos a trabalhar na nossa melhor versão. E a nossa melhor versão não tem que ser magra, nem gorda, nem musculada. A nossa melhor versão é aquela que é saudável e nos deixa felizes, porque inclui hábitos que respeitam o templo que é o nosso corpo e deixa-nos a mente tranquila. 

A nossa melhor versão somos nós a sermos felizes por sermos quem somos na nossa própria pele, bonitos por dentro e por fora.
❤"
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A pedido de várias famílias que não conseguiram estar presentes nos workshops anteriores, aqui vamos nós =)

Vamos falar sobre...

Reeducação Alimentar e Estilo de Vida Saudável

Com a Blogger Catarina Cristovão e a Life Coach Vanda P. Lopes

Queremos ajudar pessoas a dar o 1º passo para uma mudança de estilo de vida. 
Precisas de motivação?
Este é um workshop ideal para todas as idades - porque nunca é cedo para começar um estilo de vida saudável e nunca é tarde para mudar o rumo da nossa vida!

Programa: 


- Apresentação do caso Catarina Cristóvão, a autora do BLOG http://apapinhadobemparati.blogspot.pt/

- Partilhar os truques práticos para o quotidiano de como manter uma alimentação saudável.

- Partilhar dicas de como promover o estilo de vida saudável, mantendo o foco e motivação com exercícios de Coaching.

Número de participantes: 8

Contribuição: 5€


Como os lugares são limitados, a inscrição é obrigatória.
Confirma a tua presença com um publicação no evento
"Confirmo a minha presença" e aguarda o nosso check
OU para
vandarpinheirolopes@gmail.com
catarina.fonte@hotmail.com
geral.polishmepink@gmail.com 📞 966301994

Aconselhamos a que levem snacks - saudáveis - caso a fome aperte =)





Se não tiver nenhum problema de saude se nao tomar nenhum tipo de medicação, se vai a tempo de mudar este é o workshop ideal para uma vida mais equilibrada.
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Bem-vindo Abril!

Nunca tinha percebido a importância deste mês até ao meu último balanço numa sessão de auto-coaching – estes momentos permitem-me abrir novos horizontes e trabalhar a minha consciência.
Adoro Abril e Adoro a Liberdade.
A Liberdade de poder escolher quem sou e o que faço a cada momento, a Liberdade de escolher os meus amigos, a Liberdade de expressão, a Liberdade de ter o meu trabalho de sonho, a Liberdade de desenvolver-me pessoalmente, a Liberdade de escolher aquilo que como e de praticar o estilo de vida em que acredito.
Mas Abril trouxe-me outras duas surpresas que quero celebrar convosco (sim! O momento de celebração é chave no coaching!):
Há três anos que deixei de beber refrigerantes, bebidas artificiais e lacticínios (apenas água, chá caseiro, bebida de aveia ou outras semelhantes, e pontualmente café ou sumo natural) e há 1 ano que comecei a usar só produtos de higiene e bem-estar/beleza não testados em animais! Viva Abril!
Lembram-se de vos ter falado em objectivos no 1º post? Pois estas duas rotinas nunca foram objectivos, apenas vontades. Elas fizeram sentido no momento em que as inseri e até hoje, aqui estou eu! Este é o poder do estado Flow – de estar aberto e atento às oportunidades e ao fluir da vida.
Pela minha experiência com os meus coachees (clientes) é isto que resulta num estilo de vida saudável: uma boa dose de disciplina (objectivos) + uma abertura de mente e fluidez (flow).
Aproveita muito este mês 😊



Coach Vanda P. Lopes
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Catarina da Fonte Cristóvão

Catarina da Fonte Cristóvão

Sobre Mim

Olá eu sou a Catarina mas se chegaste até aqui podes passar a tratar-me por Papinha :D
Tenho 36 anos e numa determinada fase da minha vida, para ser precisa, em Dezembro de 2015 resolvi fazer o melhor por mim... Consegui perder peso, ganhar auto-estima e acima de tudo, ganhar mais saúde e bem-estar.

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